Diálogos, Vol. 20, No 2 (2016)

Tamanho da fonte:  Menor  Médio  Maior

Entre os ataques nobiliárquicos e a coesão do reino: a atuação de María de Molina nas minoridades régias de Fernando IV e Alfonso XI.

José Carlos Gimenez, Carlos Eduardo Zlatic

Resumo


Neste artigo realiza-se uma discussão sobre as atividades políticas de María de Molina (1265-1321), regente do trono castelhano após a morte do esposo e rei Sancho IV, em 1295, durante a minoridade do filho Fernando IV, de 1295 a 1301, assim como no decurso da minoridade do neto Alfonso XI, de 1212 a 1325. Nestes quase vinte e seis anos na condução política do reino, María de Molina constitui-se no principal baluarte da resistência e das negociações dos assuntos do reino diante dos interesses das principiais facções nobiliárias, que tradicionalmente aproveitavam períodos de debilidade política para acrescentar relevância política e dividendos. Não menos importante foi seu desempenho em relação à política externa ao celebrar diversos acordos com outros reinos e com o papado no desígnio de alcançar apoio para sequencia da sua linhagem ao comando da coroa castelhana.



Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Attribution 3.0.

ISSN impresso 1415-9945 e ISSN online 2177-2940